19 Março, 2012

A imprensa brasileira faz o papel da oposição suicida.

Toda época de eleição começa o movimento contra
o partido dos trabalhadores e isso é de maneira geral.
A imprensa sabe que com Lula o Brasil se transformou
numa potencia e por conta disso, tentam com todas as
forças desestabilizar o país.Com Dilma não é diferente,
a mídia trabalha de dia e de noite para encontrar pelo 
em ovo e tome chantagem dos ditos; partidos aliados, que  
de aliados só tem o nome, pois o que lhes interessa é o
poder e não a governabilidade.Nesse sentido a mídia
funciona como muleta da oposição fornecendo crises
fabricadas com o intuito de prejudicar o governo e
favorecer os tucanos que ainda sonham em governar
o Brasil.Para tanto, fortunas são gastas com a mídia
para que apareça só manchetes de escândalos que
prejudique o Partido dos trabalhadores.Por outro
lado, o PT tem muito medo de enfrentar o embate
com a mídia.Só nos resta esperar o restabelecimento
do Lula para que ele mostre o que sempre soube fazer
que é trabalhar pelo país, em favor dos que mais precisa.
Uma coisa é certa Dilma precisa de um canal direto
com a população, pois a qualquer momento ela pode
ter mais surpresas desagradáveis com esses aliados ou
melhor, interessados em obter vantagens.

16 Março, 2012

Mino Carta: A TV Cultura não é pública; ela é tucana

Do portal Vermelho


Uma tevê pública é uma tevê pública, é uma tevê pública e é uma tevê pública, diria a senhora Stein. Pública. Um bem de todos, sustentado pelo dinheiro dos contribuintes. Uma instituição permanente, acima das contingências políticas, dos interesses de grupos, facções, partidos. A Cultura de São Paulo já cumpriu honrosamente a tarefa. Nas atuais mãos tucanas descumpre-a com rara desfaçatez.

Por Mino Carta, em Carta Capital


A perfeita afinação entre a mídia nativa e o tucanato está à vista, escancarada, a ponto de sugerir uma conexão ideológica entre nossos peculiares social-democratas e os barões midiáticos e seus sabujos. A sugestão justifica-se, mas, a seu modo, é generosa demais. Indicaria a existência de ideias e ideais curtidos em uníssono, ao sabor de escolhas de vida orientadas no sentido do bem-comum. De fato, estamos é assistindo ao natural conluio entre herdeiros da casa-grande. -Nada de muito elaborado, entenda-se. Trata-se apenas de agir com a soberana prepotência do dono da terra e da senzala.

E no domingo 11 sou informado a respeito do nascimento de uma TV Folha. Triunfa nas páginas 2 e 3 da Folha de S.Paulo a certidão do evento, a prometer uma nova opção para as noites de domingo na tevê, com a jactanciosa certeza de que no momento não há opções. E qual seria o canal do novo programa? Ora, ora, o da Cultura. Ocorre que a tevê pública paulista acaba de oferecer espaço não somente à Folha, mas também a Estadão, Valor e Veja. Por enquanto, que eu saiba, só o jornal da família Frias aproveitou a oportunidade, com pífios resultados, aliás, em termos de audiência na noite de estreia.

Até o mundo mineral está em condições de perceber o alcance da jogada. Trata-se de agradar aos mais conspícuos barões da mídia, lance valioso às vésperas das eleições municipais no estado e no País. E com senhorial arrogância, decide-se enterrar de vez o sentido da missão de uma tevê pública. Tucanagens similares já foram cometidas em diversas oportunidades nos últimos anos, uma delas em 2010, o ano eleitoral que viu José Serra candidato à Presidência da República. Ainda governador, antes da desincompatibilização, Serra fechou ricos contratos de assinatura dos jornalões destinados a iluminar o professorado paulista.

Do volumoso pacote não constava obviamente CartaCapital, assim como somos excluídos do recente convite da Cultura. O que nos honra sobremaneira. Diga-se que, caso convidados (permito-me a hipótese absurda), recusaríamos para não participar de uma ação antidemocrática ao comprometer o perfil de uma tevê pública, amparada na indispensável contribuição de todos os cidadãos, independentemente dos seus credos políticos ou da ausência deles.

Volta e meia, CartaCapital é apontada como revista chapa-branca, simplesmente porque apoiou a candidatura de Lula e Dilma Rousseff à Presidência da República. Em democracias bem melhor definidas do que a nossa, este de apoiar candidatos é direito da mídia e valioso serviço para o público. Aqui, engole-se, sem o mais pálido arrepio de indignação, a hipocrisia de quem se pretende isento enquanto exprime as vontades da casa-grande. Há quem se abale até a contar os anúncios governistas nas páginas de CartaCapital, e esqueça de computar aqueles saídos nas demais publicações, para provar que estamos aos préstimos do poder petista.

Fomos boicotados durante os dois mandatos de Fernando Henrique e nem sempre contamos com o trato isonômico dos adversários que tomaram seu lugar. Fizemos honestas e nítidas escolhas na hora eleitoral e nem por isso arrefecemos no alerta perene do espírito crítico. Vimos em Lula o primeiro presidente pós-ditadura empenhado no combate ao desequilíbrio social, embora opinássemos que ficou amiúde aquém das chances à sua disposição. E fomos críticos em inúmeras situações.

Exemplos: juros altos, transgênicos, excesso de poder de Palocci e Zé Dirceu, Caso Battisti, dúbio comportamento diante de prepotências fardadas. E nem se fale do comportamento do executivo diante da Operação Satiagraha. Etc. etc. Quanto ao Partido dos Trabalhadores, jamais fugimos da constatação de que no poder portou-se como os demais.

Hoje confiamos em Dilma Rousseff, de quem prevemos um desempenho digno e eficaz. O risco que ela corre, volto a repetir na esteira de agudas observações de Marcos Coimbra, está no fruto herdado de uma decisão apressada e populista, a da Copa de 2014. Se o Brasil não se mostrar preparado para a empreitada, Dilma sofrerá as consequências do descrédito global.

No mais, desta vez dirijo minha pergunta aos leitores em lugar dos meus botões: qual é a mídia chapa-branca?

14 Março, 2012

Parceiro de Veja também caiu com Cachoeira

Por 247 Leia aqui a matéria completa.


247 – Ainda é um mistério por que as revistas semanais continuam ignorando a Operação Monte Carlo e seus desdobramentos políticos. Uma explicação possível é o fato de Carlinhos Cachoeira, e seu braço direito Idalberto Araújo, o sargento Dadá, terem mantido relações próximas com vários jornalistas investigativos. Dadá, por exemplo, trabalhou com Alexandre Oltramari, ex-repórter de Veja, na campanha que elegeu Marconi Perillo, do PSDB, para o governo de Goiás, em 2010. Cachoeira também gravou a fita de Valdomiro Diniz pedindo propina, que foi entregue à revista Época, em 2004.


A nova surpresa da Operação Monte Carlo é o envolvimento de outro personagem conhecido no submundo da arapongagem e do jornalismo investigativo. Trata-se do policial Jairo Martins de Souza. Foi ele quem gravou a fita que detonou, em 2005, o escândalo do Mensalão. Trata-se da cena em que um ex-funcionário dos Correios, Maurício Marinho, aparece recebendo uma propina de R$ 3 mil. A fita foi entregue ao jornalista Policarpo Júnior, que é amigo de Jairo Martins, e hoje, além de dirigir a sucursal da revista Veja em Brasília, é redator-chefe da publicação.

O partido dos trabalhadores perde uma de suas estrelas.

13 Março, 2012

É hora do PT deixar as vaidades de lado e respeitar o legado do Lula.

Lamentável o (comportamento) se é que é verdade da
militância petista.Até parece que eles não conhecem
a imprensa tucana de são paulo.
Lula com toda sua experiencia como presidente eleito
e reeleito com a maior votação da história desse país
conhece muito bem a mídia brasileira.
Durante todo seu mandato sentiu na pele a perseguição
da mídia que nunca mostrou as coisas boas que ele fez.
Lula Não merece que a militância do PT coloque em dúvida
a sua visão política, pois conseguiu fazer a sua sucessora
quando ninguém acreditava nessa possibilidade.
muitos diziam, é um poste, outros é uma marionete, a mídia
fazia coro é uma inexperiente, não tem a minima chance.
Todas as pesquisas data folha só dava 3% quando muito 5%.
Hoje estamos assistindo esse mesmo filme e como o mestre
Lula está se recuperando de um câncer (qualquer um está
sujeito) parece que já esqueceram da sua capacidade de
articulação, do seu carisma e da sua dedicação em prol
dos que mais precisam do governo.
Quando a mídia pede a volta da marta e todos nós sabemos
o quanto a Marta foi massacrada por esta mesma mídia,
quando foi prefeita de São Paulo, era no mínimo para a
militância desconfiar que o candidato do lula tem todas
as chances de se tornar o futuro prefeito de São Paulo.
Lula merece respeito e lealdade pois tem experiencia
acumulada dos seus dois mandatos como presidente da
republica com aprovação jamais alcançada por outros e
ainda como fundador do partido dos trabalhadores.
Vamos deixar de lado as vaidades e pensar no futuro
de São paulo e do Brasil.


Que Deus nos ajude!

12 Março, 2012

Protógenes, deputado de duas CPIs, diz: ‘mais gente usou a cozinha do Cachoeira’


Quando o conheci, ele era apenas o “Dr. Queiroz”: delegado da PF, com fama de incorruptível e incontrolável. Sempre teve boas relações com jornalistas. Foi responsável pelas investigações contra Paulo Maluf e contra o chinês Law (preso por contrabando). Mais tarde, ficaria conhecido como o “Delegado Protógenes” – o homem que peitou (e pediu a prisão de) Daniel Dantas.
Hoje, Protógenes Queiroz é o “Deputado Protógenes”. Eleito pelo PCdoB, conseguiu um prodígio: em primeiro mandato, é autor de dois pedidos de CPI na Câmara: um para investigar a “Privataria Tucana” (a partir das denúncias contidas no livro de Amaury Ribeiro Jr.), outra sobre o caso Carlinhos Cachoeira/Demostenes Torres.

No último fim-de-semana, conversei com Protógenes durante duas horas num café, no bairro dos Jardins, em São Paulo.

CPI DO CACHOEIRA

Protógenes diz que já recolheu 136 assinaturas. Promete que até quarta-feira chegará a 200. Com isso, vai protocolar o pedido pra investigar as relações de Cachoeira com políticos importantes.
“A CPI será um ponto de apoio para a investigação da Polícia Federal; eu sei o que é investigar gente poderosa; sem apoio político às vezes o delegado perde as condições de seguir investigando”, diz o deputado. Ele lembra que o delegado Paulo Augusto Moreira (hoje na PF de Goiás), um dos responsáveis por prender Cachoeira, esteve na equipe da Operação Satiagraha.
Pergunto se Protógenes não ficou desanimado com as cenas de “solidariedade” a Demóstenes Torres, no Senado (muitos senadores, inclusive do PT, deram apoio ao político do DEM). “Olha, isso mostra que muita gente se banhou naquela cachoeira, mais gente usou aquela cozinha”, ironiza, lembrando a cozinha de 45 mil reais que Demóstenes recebeu de presente do amigo Cachoeira.

Em Brasília, ele me conta, chovem boatos e ameaças. O contraventor teria mandado espalhar que tem vídeos comprometedores contra políticos de vários partidos. Um deles, contra Rubens Ottoni (PT-GO), já foi divulgado. Mas há outros. Protógenes mesmo já recebeu recados: “a turma dele mandou me avisar que eu teria encontrado Cachoeira em eventos de que participei em Goiás; nunca me reuni com ele, não me reúno com bandido”, diz. E como a guerra é pesada, colunista da “Veja” traz hoje insinuações contra Protógenes - veja aqui.
O deputado do PCdoB acha que – apesar das ameaças – será mais fácil instalar a CPI do Cachoeira do que a da Privataria, que já teve o pedido protocolado no fim de 2011, e aguarda decisão da presidência da Câmara para ser instalada.
“A CPI do Cachoeira mexe com financiamento de muita gente no Congresso; mas a da Privataria é pior, ali é a estrutura dos crimes financeiros que seria exposta, gente muito mais poderosa”.
CPI DA PRIVATARIA
“Essa eu tenho impressão que só sai depois da eleição; o PT não quer instalar agora, pra não parecer que está apelando contra o Serra, pra ganhar a eleição em São Paulo”.
Mas, depois de novembro, o presidente da Câmara terá interesse de instalara a CPI da Privataria?

“Olha, o Marco Maia (presidente da Câmara) não tem como não instalar; entreguei número regimental de assinaturas; se não instalar, há a possibilidade de ir ao STF pra obrigar a instalar”, avisa Protógenes. Ele acha que não é o caso de apelar pro Judiciário “ainda”.
Passada a eleição, afirma, existem dois cenários. Se Serra perder a Prefeitura, perde força “e aí a CPI pode vir como pá de cal na carreira dele”. Se ganhar a Prefeitura, pode negociar com a Dilma: “o que se diz no Congresso é que Serra poderia sair do PSDB, ir pro PSD, e em vez de apoiar Aécio em 2014, apoiaria a Dilma; em troca, o PT engavetaria a CPI”.

Você acha possível isso acontecer, deputado? Ele dá uma risada e baixa o olhar. “Possível, tudo é; mas vou brigar até o fim pela CPI”.

MALUF E A FEIJOADA

Protógenes diz que Paulo Maluf (a quem mandou prender, quando era delegado) costuma desviar o olhar quando cruza com ele pelos corredores do Congresso. A assessora dele, que acompanha a conversa no café paulistano, duvida: “ah, deputado, menos, vai! Maluf é cara de pau, não tem vergonha de nada”.
Protógenes ri… E lembra que Maluf anda por baixo. “Toda quarta, ele organiza uma feijoada em Brasília, e convida um monte de deputado; mas parece que ninguém vai”.
Se não tivesse pedido a prisão de Maluf, Protógenes iria? “Eu não! Feijoada, quarta à noite já é pesado. Na casa do Maluf, então, é congestão”.
Protógenes ri discretamente, de novo. E pede uma salada.
Leia outros textos de Plenos Poderes

07 Março, 2012

Desigualdade no Brasil diminui com queda expressiva no Nordeste


Do portal Terra Texto original

MARCUS VINICIUS PINTO
Direto de Rio de Janeiro
A desigualdade econômica e social do Brasil segue em queda livre e a tendência, de acordo com a pesquisa "De Volta ao País do Futuro" divulgada hoje pelo Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas (FGV), é que ela siga caindo nos próximos anos.
O País segue uma tendência inversa a de China, Índia e países europeus, que passaram por uma grave crise desde o ano passado. "O Brasil vem diminuindo a desigualdade nos últimos 11 anos de forma notável", afirmou o economista Marcelo Néri, coordenador da pesquisa e que considera o investimento em educação um dos fatores mais importantes para esse resultado.
A queda da desigualdade no Brasil cresce num ritmo três vezes superior à meta do milênio da Organização das nações Unidas (ONU), que é de reduzir a pobreza em 25 anos, conforme a pesquisa. Além disso, a renda média per capita do brasileiro cresceu 2,7% desde 2002, diz a publicação. "Estavam apostando que a queda de desigualdade daria uma parada, mas a verdade é que segue descendo". O fator que demonstra essa queda é o crescimento da classe C, que deve englobar cerca de 60% da população em 2014, chegando a 118 milhões de pessoas, enquanto em 2003, a classe C representava apenas 65,8 milhões de pessoas.
Essa nova classe C, segundo a pesquisa, é mais sustentável e tem menos de dois filhos em média. Se compararmos com a década de 60, o número médio de filhos era superior a seis, conforme a publicação. Agora a classe C está mais preocupada com a educação desses filhos e com o emprego formal. A pesquisa ainda ressalta que o crescimento do Nordeste, de cerca de 42% de 2003 até 2011, vem sendo fundamental para o País. "No Nordeste há uma população gigantesca pronta para dar o salto da classe D para a C", explica o economista, que compara, por exemplo, o Nordeste com o Sudeste, que no mesmo período cresceu apenas 16%.
De 2003 a 2011, 40 milhões de pessoas em todo o Brasil saíram da classe D e E e chegaram a classe C. "É quase a população da Espanha" comenta. Para o pesquisador, essa nova classe C, que deve chegar aos 118 milhões de pessoas em 2014, começa a ser decisiva em eleições. E também marca diferenças quando se trata de mercado consumidor. "Foi essa classe quem decidiu a última eleição presidencial e que chama a atenção dos políticos a partir de agora. E é uma classe com maior poder de compra que as classes A e B", afirma.
Ainda assim, são as classes A e B que devem registrar o maior crescimento de 2011 até 2014, de cerca de 30%, enquanto a classe C deve crescer cerca de 11%. Em 20 anos, a população mais rica do Brasil cresceu três vezes, enquanto a população pertencente às classes D e E, caiu quase um 50%. "Mas a pobreza ainda vai continuar a existir, infelizmente" alerta.
Mesmo com todas essas boas notícias, o Brasil ainda é um dos países com maiores índices de desigualdade do mundo. Segundo a pesquisa, a alta desigualdade ainda permite que o número continue caindo por alguns anos. A tendência da desigualdade no mundo, de acordo com Marcelo Néri, é explodir, como na China, na Índia e na África do Sul. "O Brasil está provando que está bem, mesmo em meio a chuvas e trovoadas, e que o brasileiro já aprendeu a se virar em época de crise", disse Marcelo Néri, fazendo referência à crise europeia de 2011, que, segundo a pesquisa, não atingiu o Brasil.

01 Março, 2012

Aécio rifa Serra, que rifa Aécio e lança Aloysio

Aécio rifa Serra, que rifa Aécio e lança Aloysio
Aécio rifa Serra, que rifa Aécio e lança Aloysio

Foto: ANDRE DUSEK/Agência Estado

SENADOR MINEIRO INSINUA QUE QUADRO ELEITORAL EM SÃO PAULO FAVORECE GABRIEL CHALITA, LIVRE PARA BATER EM GILBERTO KASSAB, MAS EX-GOVERNADOR PAULISTA REBATE DIZENDO QUE ATÉ SENADOR ALOYSIO NUNES PODE SER O PRESIDENCIÁVEL TUCANO EM 2014; COM ESSAS BICADAS, TUCANOS VOAM PARA O RACHA
01 de Março de 2012 às 06:56


247 – A decisão de José Serra de disputar as eleições municipais de São paulo pode esticar o reinado tucano na maior capital do País, mas não parece ter esfriado os ânimos dentro do PSDB, principalmente no que diz respeito à sucessão presidencial de 2014. De nada adiantou Serra dizer que seu projeto presidencial está adormecido. A tensão entre o ex-governador e o senador Aécio Neves (PSDB-MG) permanece, como comprovam declarações de ambos os lados.


Aécio se uniu à colega Marta Suplicy (PT-SP) nas críticas à conduta do PT em São Paulo, e, segundo ele, quem sai ganhando com o flerte frustrado entre PT e PSD não é exatamente o candidato do seu partido, (provavelmente) José Serra, mas o do PMDB, o deputado federal Gabriel Chalita. Segundo Aécio, Chalita “estará mais livre para fazer uma oposição vigorosa”. É ataque a Fernando Haddad, pré-candidato pelo PT, ou a Serra?


A cutucada não ficou sem troco. Ao ser questionado sobre a sucessão presidencial em 2014, Serra disse que até considera Aécio um dos possíveis nomes para a disputa presidencial, mas que o PSDB tem um monte de gente para desempenhar esse papel. “(Aécio) É um dos candidatos. Você tem o Marconi Perillo, Álvaro Dias, Aloysio Nunes, mas, sem dúvida, o Aécio é um dos nomes”, disse Serra.


Fonte:http://brasil247.com/pt/247/poder/45098/A%C3%A9cio-rifa-Serra-que-rifa-A%C3%A9cio-e-lan%C3%A7a-Aloysio.htm

25 Fevereiro, 2012

PSDB= (P)artido (S)empre) (D)ando (B)anana para o povo.Justiça de São paulo obriga Alckimin a fazer justiça social.

Matéria completa ABCD MAIOR

Ministério Público de Diadema entrou com uma ação para manter o serviço que há mais de 20 anos é gratuito 

A Justiça de São Paulo acatou a liminar proposta pelo Ministério Público de Diadema para manter a gratuidade da integração entre os ônibus municipais e os terminais de trólebus Diadema e Piraporinha. A decisão foi nesta quinta-feira (23/02), uma semana antes do final do contrato entre a Prefeitura e a EMTU (Empresa Metropolitana do Estado de São Paulo), quando o serviço – que é gratuito há mais de 20 anos – passaria a ser cobrado.

27 Dezembro, 2011

A folha tucana de São paulo fatura alto com o livro Privataria tucana.

A folha de São paulo que não comenta o livro
"Privataria tucana" está promovendo  uma grande
liquidação na sua livraria. Lá você pode comprar
dois livros, sendo o outro à sua escolha e ganhar um
desconto de até R$ 25,00 reais.
É só conferir Privataria + outro com desconto especial.


http://livraria.folha.com.br/catalogo/1174618/a-privataria-tucana

24 Dezembro, 2011

Mensagem de feliz natal a todos os companheiros da blogosfera.

Desejo a todos da blogosfera um feliz natal e um próspero ano novo.
Que em 2012, nossos sonhos se transformem em realidade.
Viva o Brasil! Viva o povo brasileiro.
A luta continua por um brasil mais justo, com justiça social
e igualdade de oportunidades para todos os brasileiros
Um grande abraço para todos!

19 Dezembro, 2011

Serra e FHC estão na mira da CPI da Privataria, que prevê o depoimento de ambos

Do Correio do Brasil Confira a fonte


Ao reunir apoio mais do que suficiente para ingressar, ainda nesta quarta-feira, com o requerimento para abertura da CPI daPrivataria na Câmara, o deputado e delegado da Polícia Federal, Protógenes Queiróz (PCdoB-SP) não descarta a convocação do candidato tucano derrotado à Presidência da República no ano passado, José Serra, e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC) para depor perante os deputados. Ambos são citados como cúmplices em uma série de possíveis crimes contra o Erário, durante o processo de privatização, segundo denúncia contida no livro do jornalista Amaury Ribeiro Jr.
– A Câmara não precisa de autorização do STF nem de ninguém para convocar o ex-presidente FHC a depor. Depende apenas da CPI, que já conta com mais de 250 assinatura, das 171 necessárias regimentalmente – esclarece o parlamentar, em entrevista exclusiva para o Correio do Brasil, na manhã desta segunda-feira.
Protógenes indica, ainda, que a CPI da Privataria, uma vez instalada, passará imediatamente à fase de apuração da veracidade de todos os documentos contidos no livro-reportagem do jornalista Amaury Jr, A Privataria Tucana. O autor revela, entre outras denúncias, que o ex-diretor do Banco do Brasil Ricardo Sérgio participou, ativamente, no envio de mais de R$ 60 bilhões ao exterior, entre os anos de 1998 e 2002. Entre os documentos anexados está um laudo da própria Polícia Federal, com a assinatura dos peritos criminais Renato Barbosa e Eurico Montenegro. Ricardo Sérgio aparece, posteriormente, como principal arrecadador de recursos para as campanhas eleitorais de Serra, tanto ao governo do Estado de São Paulo quanto à Presidência da República, em 2010.
– Iremos, inicialmente, levantar a veracidade de um por um dos documentos citados no livro. O primeiro passo da CPI será a formação de um grupo de trabalho com esta finalidade. Os fatos revelados no livro, para nós, já são suficientes para a abertura de um procedimento dessa natureza e, uma vez confirmados tanto a origem quanto a autenticidade documental, estes fatos serão fortalecidos. Aferidas as provas apresentadas, o passo seguinte será a convocação de todas as pessoas envolvidas, entre elas o ex-presidente FHC e o ex-governador José Serra – afirmou.
“Antes de assumir como o homem do dinheiro de Serra e FHC, Mr Big(como é conhecido Ricardo Sérgio) trabalhou durante 30 anos na área privada. Serviu ao banco Crefisul e ao Citibank e, mais tarde, estabelecendo-se por conta própria, abriu duas empresas. Sempre teve um confortável padrão de vida, mas tornou-se milionário mesmo depois de três anos no timão da área internacional do Banco do Brasil. Foi o único diretor do BB não indicado pelo presidente do banco, Paulo César Ximenes, e também o único com acesso a FHC”, acrescenta o jornalista Amaury Jr., em seu livro. Para o delegado Protógenes, se ele ainda estivesse na ativa “já teria aberto um inquérito”.
– Mas, como estou na Câmara, a medida adequada é a abertura desta CPI. O requerimento será entregue nesta quarta-feira porque muitos deputados, que querem assinar o documento para a abertura das investigações, não o puderam fazer na sexta-feira. Muitos ainda estão me ligando aqui para também assinar o requerimento – disse o parlamentar.
Delegado federal
Licenciado da Polícia Federal e deputado federal pelo PCdoB de São Paulo, Protógenes Queiroz foi o delegado no comando da Operação Satiagrahaque desvendou um dos maiores esquemas de desvio de recursos públicos, evasão de divisas, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha do país. Ela resultou na prisão do banqueiro Daniel Dantas, citado no livro A Pirataria Tucana como um dos colaboradores do esquema mafioso. Também participou da prisão do especulador Naji Nahas, do contrabandista Law Kin Chong, do ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta (1997-2000) e de outros 14 acusados de corrupção. Protógenes coordenou, em parceria com a Promotoria de São Paulo, as investigações do caso Corinthians/MSI , por evasão de divisas e lavagem de dinheiro.
Os envolvidos nas fraudes da arbitragem do futebol Brasileiro, em 2005, também foram investigados por ele e pelos promotores Roberto Porto e José Reinaldo Guimarães Carneiro, do Gaeco. O delegado presidiu o inquérito sobre remessas ilegais de dinheiro para paraísos fiscais que descobriu movimentações de quase cinco milhões de dólares das quais o ex-prefeito Celso Pitta seria o principal beneficiário. O ex-prefeito Paulo Maluf foi investigado no mesmo inquérito. Foi de Protógenes o relatório final do inquérito sobre desvios de dinheiro na Prefeitura de São Paulo durante os governos de Maluf (1993-1996) e Pitta (1997-2000).
Na Câmara, o parlamentar é suplente nas comissões de Reforma Política, Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, Turismo e Desporto, Reforma Política, Políticas Públicas de Combate às Drogas e na Subcomissão Permanente para tratar do sistema de segurança pública, seus órgãos institucionais, carreiras e programas de valorização dos policiais.

14 Dezembro, 2011

Internautas furam o bloqueio midiático

Por Gilberto Maringoni, no sítio Carta Maior: Há uma batata quente na agenda nacional. A mídia e o PSDB ainda não sabem o que fazer com A privataria tucana, de Amaury Ribeiro Jr. A cúpula do PT também ignora solenemente o assunto, assim como suas principais lideranças. O presidente da legenda, Rui Falcão, vai mais longe: abriu processo contra o autor da obra, por se sentir atingido em uma história na qual teria passado informações à revista Veja. O objetivo seria alimentar intrigas internas, durante a campanha presidencial de 2010. A frente mídia-PSDB-PT pareceria surreal meses atrás.Três parlamentares petistas, no entanto, usaram a tribuna da Câmara, nesta segunda, para falar do livro. São eles Paulo Pimenta (RS), Claudio Puty (PA) e Amaury Teixeira (BA). O delegado Protógenes Queiroz (PCdoB-SP) começa a colher assinaturas para a constituição de uma Comissão Parlamentar de Inquérito sobre os temas denunciados no livro. Já o deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) indagou: “Nenhum jornalão comentou o procuradíssimo livro A privataria tucana. Reportagens sobre corrupção têm critérios seletivos?”O silêncio dos coniventesO silêncio maior, evidentemente, fica com os meios de comunicação. Desde o início da semana passada, quando a obra foi para as livrarias, um manto de silêncio se abateu sobre jornais, revistas e TVs, com a honrosa exceção de CartaCapital.As grandes empresas de mídia adoram posar de campeãs da liberdade de expressão. Acusam seus adversários – aqueles que se batem por uma regulamentação da atividade de comunicação no Brasil – de desejarem a volta da censura ao Brasil.O mutismo sobre o lançamento mais importante do ano deve ser chamado de que? De liberdade de decidir o que ocultar? De excesso de cuidado na edição?Um curioso espírito de ordem unida baixou sobre a Rede Globo, a Editora Abril, a Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e outros. Ninguém fura o bloqueio da mudez, numa sinistra brincadeira de “vaca amarela” entre senhores e senhoras respeitáveis. Que acordo foi selado entre os grandes meios para que uma das grandes pautas do ano fosse um não tema, um não-fato, algo inexistente para grande parte do público?Comissão da verdade Privatização é um tema sensível em toda a América Latina. No Brasil, uma pesquisa de 2007, realizada pelo jornal O Estado de S. Paulo e pelo Instituto Ipsos detectou que 62% da população era contra a venda de patrimônio público. Nas eleições de 2006, o assunto foi decisivo para a vitória de Lula (PT) sobre Geraldo Alckmin (PSDB).Que a imprensa discorde do conteúdo do livro, apesar da farta documentação, tudo bem. Mas a obra é, em si, um fato jornalístico. Revela as vísceras de um processo que está a merecer também uma comissão da verdade, para que o país tome ciência das reais motivações de um dos maiores processos de transferência patrimonial da História.Como ficarão as listas dos mais vendidos, escancaradas por jornais e revistas? Ignorarão o fato de o livro ter esgotado 15 mil exemplares em 48 horas?O expediente não é inédito. Há 12 anos, outra investigação sobre o mesmo tema – o clássico O Brasil privatizado, de Aloysio Biondi – alcançou a formidável marca de 170 mil exemplares vendidos. Nenhuma lista publicou o feito. O pretexto: foram vendas diretas, feitas por sindicatos e entidades populares, através de livreiros autônomos. O que valeria na contagem seriam livrarias comerciais.E agora? A privataria tucana faz ótima carreira nas grandes livrarias e magazines virtuais.Deu no New York TimesO cartunista Henfil (1944-1988) costumava dizer, nos anos 1970, que só se poderia ter certeza de algo que saísse no New York Times. Notícias sobre prisões, torturas, crise econômica no Brasil não eram estampadas pela mídia local, submetida a rígida censura. Mas dava no NYT. Aliás, esse era o título de seu único longa metragem, Tanga: deu no New York Times, de 1987. Era a história de um ditador caribenho que tomava conhecimento dos fatos do mundo através do único exemplar do jornal enviado ao seu país. As informações eram sonegadas ao restante da população.Hoje quem sonega informação no Brasil é a própria grande mídia, numa espécie de censura privada. O título do filme do Henfil poderia ser atualizado para “Deu na internet”. As redes virtuais furaram um bloqueio que parecia inexpugnável. E deixam a mídia bem mal na foto…

06 Dezembro, 2011

DILMA ROUSSEF; LEIA ESSE ARTIGO E ABRA OS OLHOS!

Por Davis Sena Filho — Blog Palavra Livre

Derrubaram o ministro Carlos Lupi, um dos responsáveis direitos por mais de dez milhões de carteiras assinadas, pela proteção das leis trabalhistas e pela efetivação de diversos programas de auxilio e proteção ao trabalhador. Mais uma vez a imprensa privada acusa e mais uma vez nada de mal feito foi comprovado. A única comprovação real e concreta é que a imprensa pauta o Governo Dilma Rousseff. Um absurdo. Daqui a pouco a bancada do Jornal Nacional e o senhor Ali Kamel — aquele que diz que não tem racismo no Brasil e talvez um dia ele possa concluir que no Brasil nunca existiu 350 anos de escravidão — vão governar o País, sem terem, porém, um único voto.

É por demais doloroso e inquietante ver o Governo Dilma Rousseff ceder para quem não deveria, ainda mais quando se trata de um sistema midiático comercial e privado, que defende interesses empresariais e não tem nenhum compromisso com o Brasil e seu povo trabalhador, que é, disparado, a melhor coisa deste País sofrido e que não conta, de jeito nenhum, com a cooperação de suas elites econômicas aculturadas, colonizadas, com imenso complexo de vira-lata e que tem Miami como referência e Corte.

Carlos Lupi, antes de tudo, não teve como se defender, e a presidenta Dilma Rousseff sabe disso mais do que ninguém, porque foi e é alvo dessa imprensa, que quase derrubou Lula, conspirou contra Jango e ajudou a derrubá-lo, apoiou, sem titubear, o golpe de estado de 1964 e os governos militares, combateu ferrenhamente Leonel Brizola e compartilhou, insofismavelmente, da queda de Getúlio Vargas, que teve como saída honrosa e política o suicídio em 1954, ato dramático que adiou o golpe por dez anos.

Não se trata de devaneio deste jornalista. Quem conhece um pouquinho da história da República Federativa do Brasil sabe o que eu estou a afirmar. Não é prudente ser pautado pela imprensa historicamente golpista. Não se bebe leite no mesmo pires de gato grande e selvagem. E não se pega serpente, em um primeiro momento, pela cabeça e sim pela fim de seu corpo. Não sei por que a presidenta Dilma não pressiona para que seja aprovada a Ley dos Medios, como o fizera o casal Kirchner, argentinos de boa cepa e quando necessitava (até hoje acertadamente age assim) ocupava horário na televisão aberta para responder a acusações infundadas e às notícias distorcidas e manipuladas, bem como mostrava para o povo argentino os avanços conquistados, porque se depender da velha imprensa burguesa nada, de qualquer governo trabalhista de qualquer país, será mostrado.

Por onde anda o projeto do ex-ministro Franklin Martins? O ministro das Comunicações Paulo Bernardo, aquele que tem medo da Globo, o engavetou? Cadê o republicanismo do governo trabalhista de Dilma Rousseff? Democratizar e regular o setor econômico midiático é constitucional e é o que prevê a nossa Constituição cidadã de 1988. Qual é o problema do Brasil em relação a meia dúzia de famílias que controlam segmento tão importante ao ponto de prejudicar e atrasar o desenvolmento social do povo brasileiro. O País, lar de todos nós, tem 200 milhões de brasileiros, a sexta economia do mundo, influência visível em todos os fóruns internacionais e memso assim o Governo eleito pela maioria dos brasileiros teima em acariciar o gato grande e selvagem que depois de beber o leite vai querer comer o seu braço, se não optar pelo pescoço.

Carlos Lupi foi embora. Orlando Silva também. E tudo fica como dantes no quartel de Abrantes. É mais do que visível e perceptível que a imprensa golpista quer engessar o Governo Dilma Rousseff, afinal os números econômicos e sociais são positivos e esta realidade não interessa àqueles que fazem parte da oposição midiática de direita à presidenta trabalhista, que no ano que vem, juntamente com Luiz Inácio Lula da Silva vai participar de mais um embate eleitoral, onde estará em jogo, nada mais e nada menos, que a cadeira de prefeito de São Paulo e cujo candidato da esquerda o ministro da Educação, Fernando Haddad, responsável direto pela construção e inauguração de mais de duzentas escolas técnicas e de dezenas de universidades federais e centenas de extensões, além da inclusão de milhares de jovens de escolas públicas e de cidadãos negros no mundo universitário federal, que até o governo do neoliberal FHC era elitizado e aberto às classe sociais abastadas e por isso privilegiadas.

A imprensa burguesa vai bater firme e sem trégua, como sempre o fez. As famíglias controladoras de mídias tem a mentalidade mais atrasada e tacanha de todos os segmentos empresariais brasileiros (eles são mais atrasados que os ruralistas da UDR) e não vão querer peder o controle dos recursos publicitários e outros negócios advindos dos tucanos paulistas a cerca de 20 anos. Se o PSDB não eleger o próximo prefeito, a direita brasileira estará em maus lençóis, porque perderá seu bastião, alicerçado na imprensa paulistra, que, sabedora, da fragilidade da oposição partidária ao Governo Dilma, faz a vez e a voz dela. Fernando Haddad que se prepare para os golpes baixos e denúncias vazias da imprensa corporativa, que usará, preferencialmente, bandidos como acusadores.

Quase sempre o método sujo é este. E dou mais um exemplo: o ministro do Desenvolvimento, da Indústria e Comércio, Fernando Pimentel, companheiro e amigo de décadas da presidenta Dilma é agora a bola da vez, se assim a presidenta o quiser, porque até agora o Governo não se importa de ser pautado. Pimentel é do PT e a imprensa quer chegar à Presidência. O ministro já está em um processo de imolação e o Governo e a sua bancada no Congresso terão de avaliar e investigar o caso, porque se continuar assim vai ficar difícil governar sem estabilidade política. A imprensa, na verdade, é o Partido da Imprensa, a verdadeira oposição, e quem não sabe disso ainda é porque acordou recentemente de um coma profundo ou deve ser um extra terrestre, amigo íntimo do ET de Steven Spielberg.

É lamentável, ao menos para mim, ver o Governo Dilma como refém daqueles que nem voto tem. O PT e o Governo Federal não devem tergiversar com a imprensa, que quer pautá-los e está a conseguir seu intento. O Governo tem de governar sem medo. Tem de efetivar seu programa social e econômico para melhorar a qualidade de vida do nosso povo. Só isso. Nada mais e nada menos do que governar. O PT e seus alidados, que venceram as eleições nas urnas, tem de, repito novamente, governar, porque exatamente para fazê-lo que eleito pelo grande povo brasileiro, que é muito melhor e chique que a nossa elite que gosta de usar casaca e cartola em um país tropical e considera Miami sua adorada Corte.

Não se tira a mão da cumbuca sem antes abri-la. Quero afirmar que o governo trabalhistga tem de abrir a caixa de Pandora e realizar, o mais rápido possível, a regulação de setor midiático, que é um segmento empresarial como os outros, que têm regulação. Favor não confundir com censura, liberdade de imprensa e de expressão. Quem confunde, de forma proposital, são as famíglias e os jornalistas replicadores dos interesses da velha imprensa privada que não tem compromisso nenhum com o Brasil e nunca terão, porque, realmente, a democratização das mídias não está, convenientemente, na pauta do Partido da Imprensa.