02 março, 2014

Mensalão é farsa e Joaquim Barbosa e imprensa são derrotados

Por Davis Sena Filho  Blog Palavra Livre


O “mensalão” do PT, se algum dia existiu, é e sempre será uma farsa jurídica e política. Até hoje o que se denomina “mensalão” não foi comprovado, porque se trata, na verdade, de um processo levado a cabo por juízes políticos e conservadores, com o apoio de uma imprensa de mercado com histórico golpista e que efetivou o linchamento sistemático de pessoas e partido a quem a mídia empresarial considera seus “inimigos”, neste caso o PT e os governos trabalhistas dos presidentes Lula e Dilma Rousseff.

Com a derrota de juízes ideologicamente de direita, no que concerne à votação do julgamento dos embargos infringentes contra a condenação por formação de quadrilha, principalmente dos presos petistas, os juízes midiáticos, a exemplo de Gilmar Mendes, Marco Aurélio de Mello, Joaquim Barbosa e Luiz Fux perceberam que a composição dos membros do STF mudou, como o disse quase chorando o juiz Mendes, que há anos exerce suas funções em um Tribunal de maioria conservadora e disposto a rivalizar, equivocadamente, com os Poderes essencialmente políticos, a exemplo do Congresso Nacional e o Palácio do Planalto.

Contudo, a Presidência da República depois de beber durante anos o amargo licor de ter nomeado juízes e procuradores conservadores em quase impositivas listas tríplices apresentadas pelas categorias dos promotores e dos juízes, resolveu indicar pessoas que se atem às questões jurídicas, aos autos dos processos, que procedem de forma legalista e não fiquem a fazer chicanas e a fomentar querelas, muitas delas criadas propositalmente, pois a finalidade é desestabilizar o Governo do PT, além de criar situações que propiciem dúvidas à população, de forma que ela desconfie do Governo trabalhista e, quiçá, passe a ficar contra o governo e apoiar, por exemplo, as prisões de pessoas que foram encarceradas sem suas culpabilidades comprovadas.

E isto foi feito e conseguido, porque parte significante da classe média coxinha de caráter conservador e preconceituoso e que nunca aceitou a ascensão dos pobres à classe média e jamais concordou com os inúmeros programas sociais que retirou milhões de brasileiros da miséria ou da linha de pobreza continua — independente de quaisquer argumentos e provas contundentes, como a realidade de que José Dirceu, José Genoíno e Delúbio Soares estão presos sem a culpa comprovada — a considerar que prisões determinadas à margem da lei e dos autos dos processos são legais, o que, sem sombra de dúvida, deixa de joelhos o estado democrático de direito, bem como são rasgadas as páginas da Constituição.

Muitos dos implicados no “mensalão” foram presos mediante a utilização da teoria do domínio do fato, que considera, por exemplo, uma pessoa que ocupa cargo de autoridade e mando responsável se, porventura, seus subordinados tenham cometido ilegalidades e ilicitudes, o que a obriga a ter conhecimento de tais ações, mesmo se não o tiver. É um absurdo. O fim da picada, porque manda às favas o princípio da inocência, bem como deixa qualquer cidadão brasileiro à mercê de promotores, procuradores e juízes, que se transformaram, perigosamente, em investigadores, acusadores e julgadores, conforme seus ditames, valores, princípios, crenças, interesses e ideologias.
   
Por seu turno, a maioria dos juízes que votou contra a formação de quadrilha demonstrou que é legalista e que não há mais espaço para juiz fanfarrão, midiático e inconfessavelmente político, que desrespeita as normas do Tribunal, inclusive o decoro, e muito menos se atem ao Código Penal e à Constituição, porque fizeram de seus cargos um trampolim de seus interesses políticos e partidários, assim como se aliaram ao PSDB e, irrefragavelmente, à casa grande, dona de terras e empresas e que até hoje não se conforma com as vitórias eleitorais do PT e de seus candidatos.

O sintoma da derrota dos juízes direitistas foi notório quando o porta-voz da família Marinho, bem como de outros grupos familiares midiáticos, o “imortal” Merval Pereira, antecipou-se ao julgamento e reconheceu que não daria mais para manter a bazófia jurídica que um grupo de juízes da ativa, além de alguns recentemente aposentados, a exemplo de Ayres Britto e Cezar Peluso, resolveram fazer política para beneficiar os interesses da imprensa de negócios privados e de partidos de direita, representados pelas siglas PSDB, DEM e PPS, que há três eleições presidenciais consecutivas são derrotados, porque o povo sabe que quando essas agremiações controlaram o poder federal nem sequer geraram empregos, o que é o mínimo, bem como levaram o Brasil à bancarrota, porque tivemos de sofrer a humilhação de pedir três vezes esmolas ao FMI.

Contudo, o ódio, o inconformismo e o autoritarismo da imprensa burguesa e de tradição golpista se transformou, ontem, em derrota, porque as famílias midiáticas e seus empregados porta-vozes sabem que o julgamento dos embargos infringentes deu uma nova conotação ao julgamento do “mensalão” e das pessoas que estão presas. Além disso, notei que a burguesia em geral, os pequenos burgueses (classe média coxinha), os donos do sistema midiático privado e seus capatazes e feitores não aceitaram a decisão do STF quanto à rejeição do crime de formação de quadrilha contra os réus petistas.

Todavia, quando os petistas foram acusados, julgados e presos esses mesmos grupos conservadores, políticos e empresariais afirmavam aos berros que decisão judicial não se discute, cumpre-se, e fim de papo! Só que pau que bate em Chico bate também em Francisco ou Pimenta nos olhos dos outros é refresco, pois os embargos infringentes contra a acusação de crime de quadrilha foram aceitos, de forma livre e autônoma, pela maioria dos juízes do STF e, consequentemente, a direita brasileira e todos seus matizes vão ter de aceitar o que ela pregava, ou seja, não discutir as decisões da Justiça.

Por sua vez, o caso do “mensalão”, o do PT, aquele que nunca foi comprovado, porque nunca existiu tal qual quer fazer crer a direita partidária e a imprensa alienígena, toma agora outra dimensão e abre novas frentes de questionamentos importantes e sérios, como a questão da formação de quadrilha, pois, se não há a constituição de um bando organizado, como fundamentar que José Dirceu era seu líder, que tinha por intenção um projeto de manter o seu grupo político ou o PT no poder?

Aí está o cerne da questão e a consequente raiva e inconformismo de juízes como Marco Aurélio de Mello, Gilmar Mendes e Joaquim Barbosa, que deitaram falação e deram entrevistas à imprensa privada, que, evidentemente, trataram de repercuti-las em seus jornais televisivos, principalmente no Jornal Nacional, que há dias contesta a derrota de “seus” juízes aliados e que, juntamente com os ex-procuradores Roberto Gurgel e Antonio Fernando de Souza, montaram uma armadilha para que lideranças petistas fossem processadas, presas e, por conseguinte, desconstruídas perante a Nação brasileira.

José Dirceu está preso em regime semiaberto e desde novembro é mantido enclausurado por um juiz de instância menor em Brasília e nomeado por Joaquim Barbosa para atuar como feitor e desse modo perseguir José Dirceu, José Genoíno e Delúbio Soares. Dirceu é acusado de falar ao celular, fato este que foi negado pela própria direção do presídio e Delúbio teve o direito ao regime semiaberto suspenso logo após a derrota de Barbosa e de seus aliados juízes no STF. Vingança, perversidade e covardia na veia!

Não satisfeitos em perseguir os petistas há mais de oito anos, o linchamento moral continua, bem como as mentiras e as trapaças. A Rede Globo, o maior câncer do Brasil, persegue diuturnamente os presos sem comprovação de culpa. Agora a golpista e autoritária empresa resolveu acusar o governo trabalhista de Agnelo Queiroz, governador do Distrito Federal, de conceder regalias aos presos petistas — somente a eles, porque existem presos de outros partidos ou simplesmente empresários, como a banqueira do Banco Rural, mas a Globo jamais cita o nome deles, a não ser quando tem de fazer a constatação que há pessoas presas pertencentes a outros grupos políticos e empresariais.

Entretanto, o que mais incomoda à direita é que com a aceitação dos embargos infringentes e o fim da acusação de formação de quadrilha, outras questões do processo, certamente, também vão entrar no rol de questionamentos e, por sua vez, desmoralizar outros processos elaborados de forma ilegal e de má-fé orquestrados pela Procuradoria Geral da República dos tempos do condestável Roberto Gurgel e dos juízes políticos conservadores com carácteres de Torquemadas e um desejo de aparecer maior do que as das vedetes que tomam as passarelas dos carnavais.

A verdade é que o juiz Joaquim Barbosa e aliados tergiversam, manipulam, dissimulam e tentam trazer a população para seus lados, com o objetivo de angariar apoio popular. Acontece que a maioria do povo não é coxinha leitor da Veja, da Folha, do Globo e não fica a ouvir e a ver a ladainha embusteira dos “especialistas” de prateleiras da Globo e da Globo News. O povo tem coisa mais importante para fazer e sabe muito bem onde o sapato aperta e quem permitiu que suas vidas melhorassem nos últimos 12 anos. Ponto!

Além do mais, existe um imbróglio que não vai ser esquecido de forma alguma, que é o Inquérito 2474, que comprova, por intermédio de laudos e provas, a legalidade das operações formalizadas entre as empresas do empresário Marcos Valério, o Banco do Brasil e a Visanet (atual Cielo), que é, sem sombra de dúvida, o tendão de Aquiles do processo dos petistas, de alguns juízes Torquemadas derrotados do STF e do ex-procurador-geral e inquisidor medieval, Roberto Gurgel, que para o bem da Nação se recolheu à sua insignificância, pois não vai mais poder abusar do cargo em que mal se conduziu para fazer política e favorecer a oposição tucana e os inquilinos da casa grande.

O caso Visanet está às claras no Inquérito 2474 que o juiz Joaquim Barbosa o transformou em secreto. Os advogados dos acusados sempre bateram nessa tecla e a imprensa de negócios privados sempre tratou de esconder tal inquérito, pois nunca interessou a esse sistema de comunicação que odeia o Brasil dar destaque a algo que, evidentemente, vai livrar os condenados de serem acusados de usar dinheiro público para comprar os votos de deputados aliados ou simplesmente desviá-lo para um caixa 2.

A Visanet não é pública; é privada. Ponto! Se alguém acredita que juízes experientes, vividos e políticos como Gilmar Mendes, Joaquim Barbosa e Marco Aurélio de Mello não sabem o que ocorreu no decorrer do julgamento do “mensalão” sem, no entanto, não aproveitar as informações pontuais do Inquérito 2474, que, certamente, dariam fim a fofocas e ao disse me disse da imprensa colonizada de caráter maledicente, deveria, no mínimo, rever seus conceitos, se olhar no espelho e perceber que foi enganado, não somente pela mídia de direita, mas, sobretudo, por funcionários públicos togados que criaram uma farsa política e jurídica para favorecer os adversários e inimigos do Governo trabalhista.

O “mensalão” é a maior farsa da República no século XXI. E o chororô da imprensa de mercado, dos juízes políticos, da casa grande e dos coxinhas é livre. Só não pode perseguir e guardar rancor no freezer. A Constituição não deixa. É isso aí.
 

25 fevereiro, 2014

LULA É DILMA E DILMA É LULA.

Lula é Dilma e Dilma é Lula

Por Davis Sena Filho  Blog Palavra Livre

Você, leitor, quer saber por que a imprensa burguesa e de propósitos historicamente golpistas usa novamente como estratégia a mentira, pura e simples, de que Lula e Dilma estão afastados e divergem sobre os rumos da política, da economia e do governo trabalhista?
Então, vamos lá: a imprensa de negócios privados, como bem diz o nome, é familiar. São famílias bilionárias que dominam um mercado riquíssimo em forma de monopólio. São pessoas que defendem o status quo das classes privilegiadas e, consequentemente, agem e atuam como porta-vozes do grande empresariado nacional e internacional, que odeia o Brasil, mas não abre mão de ganhar muito dinheiro em um País que conseguiu driblar a crise internacional, realidade esta que perdura desde 2008.
Para defender os interesses do establishment, a imprensa de mercado viceja no Brasil, não se faz de rogada e age politicamente, como se fosse um partido de direita, conservador, e disposto a tomar o lugar do PSDB e de seus aliados. Esse segmento político e econômico percebeu há muito tempo que tais agremiações estão derrotadas, porque não têm programa de governo e projeto de País a propor ao povo brasileiro e muito menos determinação para que o Brasil seja, enfim, independente e trace seu destino conforme a vontade da Nação.
Os magnatas bilionários de imprensa, os mesmos que há décadas não têm o mínimo compromisso com o Brasil e seu povo, armam todo tipo de armadilhas, bem como tratam seus leitores, telespectadores e ouvintes como idiotas, como se todo mundo fosse coxinha, inclusive os de classe média. Comportam-se arrogantemente, como se a sociedade precisasse ser tutelada por empregados de mídias, que se consideram os arautos da verdade, e, por sua vez, mostram-se, irremediavelmente, como pessoas necessárias para que a população tenha conhecimento do que acontece à sua volta e também longe de seus olhos e ouvidos.
Pura balela e manipulação! As pessoas sabem dos sapatos que apertam seus calos, além de perceberem quem fez mais para que suas vidas melhorassem. E é exatamente o que incomoda as “elites”, em geral, e a imprensa alienígena, em particular. Quem fez mais, evidentemente, foram os governos trabalhistas de Lula e Dilma, como comprovam, indubitavelmente, os números e os índices sociais e econômicos divulgados ao longo dos anos, por intermédio de instituições tradicionais e respeitadas, como o IBGE, o Banco Central, o Ministério da Fazenda, a FGV, entre outros.
A imprensa é um partido conservador, ideologicamente à direita. Ponto! Já fez todos os tipos de acusações e inúmeras denúncias, muitas delas vazias. Contudo esses fatos não importam para os magnatas bilionários donos de uma imprensa que tem lado e por isso ouve apenas um lado. Afinal, a imprensa burguesa é empresarial, visa o lucro, que vá às favas os interesses do Brasil e de seu povo. Por isso, a chamo também de alienígena, porque o negócio é causar confusão e, por seu turno, fazer com que parte da população acredite em suas sandices e mentiras, pois ter apoio é essencial para que essas empresas sobrevivam.
Por isto e por causa disto, os barões magnatas e seus áulicos capatazes agem em todos os lados e ângulos, pois o objetivo é criar crises artificiais para tentar convencer a sociedade que o Brasil está acabado, falido e vitimado por um caos que não deixa pedra sobre pedra. Na ótica dos escribas paus mandados de seus patrões, haver mudanças, ou seja, eleger políticos conservadores, aqueles mesmos que levaram o Brasil três vezes ao FMI, é a salvação da lavoura.
Votar em políticos neoliberais e subservientes que foram ao FMI de joelhos e com o pires nas mãos, além de continuar a privatização de um imenso patrimônio público que nenhum tucano ajudou a construir, é o “caminho natural” para que o Brasil se desenvolva. Seria cômico se não fosse trágico. Mas é apenas isto que a imprensa familiar quer: mandar no Brasil e pautar seus governantes eleitos. Quem não lê sua cartilha de letras tortas está fadado à desconstrução e à desqualificação de seu nome e de sua honra, porque o sistema midiático comercial e privado é o maior cúmplice dos interesses das potências estrangeiras e dos conglomerados econômicos apátridas e responsáveis pela miséria e a violência em âmbito planetário.
Entretanto, próceres da direita midiática, a exemplo de Dora Kramer, Reinaldo Azevedo e Ricardo Noblat, insistem no que já não deu certo no ano passado e em anos anteriores. A repercussão nos meios de comunicação privados de uma suposta contrariedade entre os dois políticos trabalhistas tem fundo falso e visa apenas manipular o noticiário para auferir dividendos políticos aos conservadores. É evidente que as ilações e notas maldosas e maliciosas têm por finalidade dividir o PT e o Governo trabalhista, bem como dar a impressão ao público que as autoridades que administram o Executivo e representam o Governo no Congresso estão divididas.
Nicolau Maquiavel já ensinava esse processo draconiano há séculos. Não há novidade no front da imprensa burguesa de caráter golpista. E sabe por quê? Respondo: porque Lula é Dilma e Dilma é Lula. Os dois não se conduzem à moda Eduardo Campos, Marina Silva, Heloísa Helena e Cristovam Buarque. Os patrões magnatas bilionários sabem disso. E daí? Por que não insistir nas ilações, nas fofocas mequetrefes e rastaqueras de que Lula e Dilma estão a divergir?
Além do mais, os institutos de pesquisas divulgaram que a presidenta petista venceria as eleições ainda no primeiro turno, se elas acontecessem hoje — agora! Os magnatas e seus prepostos pensam assim: “Ah, sei que fizemos tais mentiras e maledicências, mas por que não insistir na falácia, já que não temos compromisso com o jornalismo, com a realidade dos fatos e muito menos prezamos a verdade?” E completam: “Tudo vale à pena quando a alma não é pequena?”

Só que a alma da grande imprensa privada é pequen

11 fevereiro, 2014

INÉDITOS! OS DOCUMENTOS QUE DERRUBAM O MENSALÃO.

POR DAVIS SENA FILHOPALAVRA LIVRE

Enviado por Miguel do Rosário — O Cafezinho


A Ação Penal 470 é um festival de erros, desde a acusação da Procuradoria, que é inepta, até as sentenças, que impuseram penalidades ridiculamente exageradas e multas desproporcionais. No entanto, o erro mais grotesco, porque vai na contramão de uma quantidade incrível de documentos, é o caso Visanet.
Os romances policiais americanos tem aquele ditado: follow the money. Isso vale para tanto para encontrar um crime, como para desmascarar uma farsa. A questão central do mensalão é o suposto desvio de recursos do Banco do Brasil, sem a realização de nenhum serviço publicitário, por determinação individual de um petista.
Observem: em apenas uma frase, há três mentiras, que os documentos abaixo comprovam.
1 – O dinheiro não era do Banco do Brasil, e sim da Visanet, empresa 100% privada.
2 – Não houve desvio, os serviços foram realizados.
3 – Os pagamentos a DNA não foram feitos por determinação de um petista solitário. A decisão cabia a um gestor, que não era Henrique Pizzolato.
Agora acusam Pizzolato de cometer uma fraude, que é usar o passaporte de um irmão falecido. Fraude sim, de um homem desesperado, que não queria se submeter a maior fraude jurídica da história brasileira.
O Cafezinho publica, em primeira mão, um documento inédito, que pode causar uma reviravolta no julgamento da Ação Penal 470.
Trata-se de uma “Ata Notarial”, lavrada em cartório do Rio de Janeiro, trazendo informações e documentos oficiais que aniquilam as teses centrais da acusação da AP 470.
A Ata poderá ser traduzida e enviada à Itália, para o julgamento que se avizinha naquele país.
Além da Ata, publicamos trechos de documentos – citados e anexados na Ata  -  nos quais os erros do julgamento se sobressaem com mais evidência.
Ata Notarial capa
Ata Notarial 1
Ata Notarial 2
Ata Notarial 2v
Ata Notarial 3
Ata Notarial 3v
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27 janeiro, 2014

Mais Médicos e parceria estratégica com Cuba, irrita direita brasileira

Reação desproporcional da direita brasileira, por meio da velha mídia amestrada, confirma preconceito contra médicos vindos da ilha caribenha; enquanto a petista estava em Davos, na Suíça, no Fórum Econômico Mundial, não houve críticas das forças do atraso com tanta veemência; parceria com Cuba em financiamentos do BNDES à ampliação do Porto de Mariel, inaugurado hoje, e na contratação de bens e serviços de 400 empresas brasileiras.
Reação desproporcional da direita brasileira, por meio da velha mídia amestrada, confirma preconceito contra médicos vindos da ilha caribenha; enquanto a petista estava em Davos, na Suíça, no Fórum Econômico Mundial, não houve críticas das forças do atraso com tanta veemência; parceria com Cuba em financiamentos do BNDES à ampliação do Porto de Mariel, inaugurado hoje, e na contratação de bens e serviços de 400 empresas brasileiras.
A presidenta Dilma Rousseff (PT) vem despertando os mais primitivos instintos na direita brasileira ao reforçar parceria estratégia com o governo cubano e anunciar importação de novos profissionais para o programa Mais Médicos. Enquanto a petista estava em Davos, na Suíça, no Fórum Econômico, não havia críticas da velha mídia e das forças do atraso. A seguir, leia informação da viagem à ilha caribenha no Blog do Planalto:
Dilma: Brasil quer se tornar parceiro econômico de primeira ordem de Cuba
A presidenta Dilma Rousseff destacou, nesta segunda (27), durante a inauguração do Porto de Mariel, em Cuba, o desejo do Brasil em transformar-se em um parceiro de “primeira ordem” para o país do Caribe. Segundo Dilma, a iniciativa é o primeiro porto terminal de contêineres do Caribe, e conta com financiamento de US$ 802 milhões pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O investimento serviu para contratação de bens e serviços de 400 empresas brasileiras.
“O Brasil quer tornar-se parceiro econômico de primeira ordem para Cuba. Acreditamos que estimular essa parceira é aumentar o fluxo bilateral de comércio. São grandes as possibilidades de desenvolvimento industrial conjunto, no setor de saúde, e medicamentos, vacinas nos quais a tecnologia de ponta é dominada por Cuba. (…) Queria aproveitar para agradecer ao governo e ao povo de Cuba pelo enorme aporte ao sistema brasileiro de saúde por meio do programa Mais Médicos”, afirmou Dilma.

STF, IPTU, Haddad, Lewandowsky e J. Barbosa





Por Davis Sena Filho — BLOG PALAVRA LIVRE

O ministro do STF, Ricardo Lewandowski, anulou a decisão do TJ de Santa Catarina, que atendeu aos interesses de entidades empresariais catarinenses, que, como em São Paulo, são contrárias ao aumento do IPTU, e, consequentemente, impediram a elevação do imposto proposta pelo prefeito de Florianópolis, César Souza Júnior, do PSD, porém, político com origem no extinto PFL, que atualmente é o DEM, herdeiro da UDN, partido de sustentação da ditadura militar.


César Júnior é advogado, mas homem ligado aos empresários de meios de comunicação de Santa Catarina, pois foi, inclusive, vice-presidente da Associação Catarinense das Emissoras de Rádio e Televisão (Acaert), o que, sem sombra de dúvida, o torna um político ligado ao empresariado desse setor, que, invariavelmente, sempre lutou contra o aumento de impostos ou de qualquer medida governamental que, porventura, possa atingir os bolsos das classes sociais mais poderosas.

Entretanto, mesmo a ser um político de relações com os barões da imprensa, o prefeito catarinense teve sua intenção de aumentar o IPTU suspensa pelos juízes do TJ, que também, invariavelmente, atendem aos desejos e aos interesses do grande empresariado, como demonstra a crônica sobre o Judiciário deste País. César Júnior, tal qual ao prefeito paulistano, Fernando Haddad, não se deu por vencido e recorreu ao STF, onde o juiz Lewandowski cassou a determinação do TJ e, por sua vez, o prefeito de Florianópolis vai ter acesso a mais recursos provenientes do IPTU.

Todavia, existe uma diferença entre a questão paulistana e a florianopolitana. O prefeito catarinense é do PSD com origem no PFL e DEM e o de São Paulo é do PT, cuja capital é a maior e mais poderosa da América Latina, além de ser peça-chave do tabuleiro das eleições presidenciais de outubro deste ano e que causam grande preocupação à direita brasileira em geral e aos donos da Casa Grande, em particular.

Evidencia-se outra diferença também: Fernando Haddad está no centro das atenções da oposição capitaneada pelo PSDB e aliada à imprensa de mercado, que há 20 anos dominam a máquina pública e lutam, desesperadamente, para não serem derrotados nas eleições a governador de São Paulo, bem como querem derrotar o PT em âmbito federal, do qual estão afastados há praticamente 12 anos, realidades estas que lhes causam inconformismo e ódio.

Fernando Haddad aumentou o IPTU, de forma escalonada e conforme o poder aquisitivo dos proprietários, o que faria com que os ricos e os indivíduos de classe média alta pagassem um pouco mais e, por seu turno, desapertariam o cinto dos mais pobres, que permaneceriam com o imposto congelado e, por conseguinte, gastariam seu dinheiro em necessidades da rotina do dia a dia.

E o que aconteceu? A Fiesp, à frente o presidente Paulo Skaf, e os magnatas bilionários da imprensa de negócios privados se mobilizaram politicamente contra o aumento do IPTU e fizeram uma dura campanha contra a intenção de Fernando Haddad. Recorreram ao TJ de São Paulo e, obviamente, foram atendidos pelo magistrado.

Esses fatos e ações são de um mundo surreal, porque Skaf, com o apoio da imprensa corporativa, judicializou o processo político e a decisão soberana de um prefeito eleito pelo povo, que ficou à mercê de um empresariado reacionário e de uma magistratura politicamente e ideologicamente conservadora e que, na última década, resolveu governar no lugar de pessoas institucionalizadas, porque eleitas.

O prefeito petista ao perceber que o TJ estava a judicializar a política e a meter o bedelho onde não lhe convém, resolveu recorrer ao STF e fez uma visita de cortesia e respeito ao juiz e presidente do Tribunal, Joaquim Barbosa. Explicou suas razões e os motivos pelos quais iria aumentar o IPTU aos proprietários de terrenos vazios objetos de especulação imobiliária e de mansões, casarões, condomínios e prédios de luxo, além de fiscalizar a sonegação de empresas, bem como cobrar dos empresários o IPTU atrasado.

O mandatário do STF o ouviu, mas fez ouvidos moucos e ratificou a decisão elitista e política do TJ paulista. Porém, a atitude de Joaquim Barbosa não surpreendeu aos que esperam do nada o nada. Tal juiz já demonstrou, no decorrer de sua magistratura, para o que veio, e ele surgiu para fazer política, a má política, porque o que um juiz não pode fazer é escolher lado, tomar partido e falar mais do que um locutor a narrar jogo de futebol. E é exatamente o que este juiz fez, em todos os sentidos. Ponto!

Agora quem recorre é um político conservador e do PSD. César Júnior teve sorte, porque seu caso foi julgado pelo juiz Ricardo Lewandowski, magistrado de convicção legalista, como comprovou no processo do “mensalão”, o do PT, porque o do PSDB, apesar de ser mais antigo, nunca foi julgado e pode prescrever. Avesso ao holofote midiático e ao clamor da turba, Lewandowski suspendeu a decisão do TJ e com isso o prefeito de Florianópolis vai poder governar de forma soberana, porque soberania quem dá é o povo.

Enquanto isso, o prefeito Fernando Haddad teve seu projeto de governo prejudicado por juízes de capas pretas, que não têm o mínimo compromisso com a população, a exemplo do que também ocorreu com o Programa Braços Abertos sabotado pela Polícia Civil do governador Geraldo Alckmin, que atacou com bombas e violência física pessoas viciadas em crack, que naquele momento estavam a ser visitadas por agentes do programa, com a presença, inclusive, de soldados da PM, que garantiam a segurança dos servidores.

E é assim que a banda toca. Quando a elite discorda de um projeto que não a beneficia, além de ter propósito democrático, pois geralmente de inclusão social, logo a Casa Grande trata de colocar em ação seus bonifrates para dificultar ou até mesmo impedir que um programa de governo de perfil progressista, como o é o do prefeito Haddad, seja efetivado.

O ex-prefeito, Gilberto Kassab, por exemplo, aumentou o IPTU em até 357%, índices muito maiores do que os propostos por Fernando Haddad, e os colunistas, comentaristas e “especialistas” de prateleiras da imprensa comercial e privada (privada nos dois sentidos, tá?) não fizeram uma campanha insidiosa ou virulenta contra o Kassab, então, aliado dos tucanos e que depois “rompeu” com o PSDB, a fim de buscar novos espaços na política paulista, bem como insatisfeito por ter sido preterido como candidato a governador.

Além disso, diferente de Kassab, o aumento do IPTU proposto por Haddad continha objetivos cujos méritos era implementar justiça social e assim desonerar os mais pobres e fazer com que os ricos paguem mais pelos benefícios recebidos no que é relativo à energia elétrica. Não é justo que as alíquotas para pobres e ricos sejam a mesma. Desiguais têm de ser tratados de forma desigual, porque não têm a mesma condição de vida.

Por isto que existem os programas sociais e afirmativos, que têm por objetivo aproximar os desiguais e dar oportunidades para que as pessoas das classes sociais baixas cresçam para terem acesso a uma vida de melhor qualidade. O que não se compreende são os juízes que, insensatos politicamente, fazem o papel de títeres da Casa Grande.

Até entendo que barões de imprensa sejam egoístas, egocêntricos e perversos. Mas, juiz é servidor público a serviço da sociedade, sustentado por ela e por causa disto não cabe em sua conduta escolher lado, cor, ideologia e se propor a fazer uma política mequetrefe e rastaquera, que não condiz com o cargo que ocupa. Do contrário, saia da magistratura, filie-se em um partido político e vai à luta.

Joaquim Barbosa boicotou Fernando Haddad e sabotou, tal qual à Fiesp e à imprensa alienígena e de passado golpista, os benefícios sociais que o escalonamento do IPTU traria aos pobres de São Paulo. O ínclito juiz preferiu mais uma vez compor com os donos da Casa Grande, os que controlam o establishment. É de seu feitio e vontade, como ficou comprovado em sua atuação no caso do “mensalão” — o do PT.

Porém, o legalista juiz Lewandowsky não permitiu que juízes do TJ catarinense seguissem os maus passos dos juízes do TJ paulista. O magistrado não concordou que juízes e empresários governassem no lugar do eleito pelo povo, mesmo a ser este eleito, no caso o prefeito César Souza Júnior, ligado ao empresariado, bem como membro de um partido conservador. O prefeito catarinense vai poder aumentar o IPTU, ao contrário de Haddad, que é do PT e por isto vai pagar caro por ter vencido a direita em terra paulistana. É isso aí.

07 janeiro, 2014

A Copa é nossa! É isso aí!

Por Davis Sena Filho  Blog Palavra Livre


Copa do Mundo é um torneio de seleções de futebol realizado a cada quatro anos pela Federação Internacional de Futebol (FIFA). Maior evento de futebol do planeta e segunda maior competição esportiva do mundo em audiência — superada apenas pelas Olimpíadas —, a Copa mexe com a emoção de bilhões de pessoas, além de ser transmitida para os cinco continentes do planeta.

As perguntas e dúvidas mais frequentes das pessoas são as seguintes:

1)   Os altos investimentos para copa terão retorno para os cofres públicos?
2)   O Brasil suporta sediar a Copa do Mundo de 2014?
3)   O Brasil está investindo bilhões de reais na realização da Copa do Mundo. O dinheiro não poderia ser investido em saúde, educação e segurança?

A verdade é que grande parte da população se posiciona a favor da Copa, um sonho antigo do País e conquista importante porque insere o Brasil como referência mundial em termos de megaeventos e que apesar dos que torcem contra, o País tem know-how, porque há décadas organiza a maior festa popular do mundo, o Carnaval, bem como já foi a sede da Copa do Mundo de 1950 quando o Brasil praticamente era um País rural e mesmo assim realizou, com competência, o torneio internacional de futebol, que estava suspenso por causa da Segunda Guerra Mundial.

Além disso, o Brasil tem experiência em organizar megaeventos, a exemplo do Rock in Rio, as visitas dos papas João Paulo II, Bento XVI e Francisco, a Eco 92, a Rio+20, a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), os Jogos Pan-Americanos, em 1963 e 2007, além de muitos outros eventos grandiosos, que aconteceram no Brasil e ninguém questionou ou convocou a população para ir às ruas em uma tentativa de boicotar e sabotar a Copa de 2014, como estão a proceder os políticos dos partidos de direita e os bate-paus empregados dos magnatas bilionários da imprensa de negócios privados.

Eu entendo que se a Copa não é a solução dos problemas, como consideram aqueles que veem com maus olhos a competição ser realizada no País, pelo menos produz um alto investimento para alguns setores que estavam à espera de retomar o crescimento, gera milhares de emprego, evidencia o Brasil em termos mundiais e faz com que circule dinheiro no País. O Brasil e seu povo estão a se preparar para aproveitar esse momento único e extraordinário.

copa permite alavancar e adiantar investimentos essenciais em infraestrutura e serviços. A Matriz de Responsabilidade é um plano estratégico de investimentos compartilhados entre o poder público nos três níveis (federal, estadual e municipal) e o setor privado. Três quartos dos investimentos nos projetos que integram a Matriz se destinam à infraestrutura e serviços para o País, além de 62% dos investimentos estarem concentrados em projetos de mobilidade urbana e de modernização dos aeroportos.

Valores dos investimentos da Matriz de Responsabilidade

Monitoramento de maio/2013 — Distribuição de investimento por tema.
Estádios – R$ 7,6 bilhões
Mobilidade Urbana – R$ 8,9 bilhões
Aeroportos – R$ 8,4 bilhões
Portos – R$ 700 milhões
Telecom – R$ 400 milhões
Segurança – R$ 1,9 bilhão
Turismo – R$ 200 milhões

O total de investimento é de R$ 28,1 bilhões, divididos entre os estados, municípios, federação e empresas privadas. Mais de R$ 142 bilhões adicionais circularão na economia brasileira, no período 2010/2014, o que vai gerar 3,6 milhões de empregos. Para cada real aplicado pelo setor público, R$ 3,4 reais são aplicados pela iniciativa privada, a partir das obras estruturantes. Por sua vez, a renda gerada para população brasileira, no período 2010/2014, vai ser da ordem de R$ 63,48 bilhões.

A verdade é que a Copa já traz benefícios ao País, apesar da má vontade e da sabotagem dos setores mais conservadores e reacionários da sociedade brasileira.    Se não, vejamos:    24.500 empregos diretos foram criados apenas nos seis estádios da Copa das Confederações, que foi um sucesso de renda e público apesar das manifestações de junho. Além do mais, R$ 100 milhões em novos negócios para as micro e pequenas empresas brasileiras, grandes empregadores de mão de obras e serviços foram gerados pela Copa das Confederações.

Por seu turno, 903 empresários estrangeiros de 70 países realizaram a promoção de Apex durante a Copa das Confederações. A expectativa é agregar U$$ 1 bilhão às exportações de produtos nacionais nos próximos doze meses. Por conseguinte, 86 mil trabalhadores estão a se qualificar em cursos oferecidos pelo Pronatec Copa.

A saúde e a educação também estão a ser beneficiadas, sendo que os investimentos em educação quase triplicaram de 2007 a 2013, fatos esses jamais repercutidos pela imprensa de mercado. Para se ter uma ideia, os Investimentos em saúde mais que dobraram de 2007 a 2013, quando foram investidos R$ 447 bilhões no setor. A educação teve investimentos de R$ 311,6 bilhões no período. São números oficiais e que não podem ser desmentidos pelos coxinhas de classe média, pela direita partidária e pelos jornalistas e “especialistas” de prateleiras da imprensa entreguista e que luta contra o desenvolvimento do Brasil e a emancipação do povo brasileiro.

A promoção de grandes eventos esportivos como as Olimpíadas e a Copa do Mundo é uma estratégia do Brasil para a atração de investimentos e de atenção internacional. Tais eventos colocam o Brasil definitivamente na agenda mundial e mesmo assim o País e o Governo trabalhista enfrentam uma oposição cerrada, midiática e golpista, pois colunistas e blogueiros da imprensa burguesa estão a chamar as pessoas para irem às ruas e incrivelmente a utilizar abertamente, sem quaisquer constrangimentos e senso crítico, o slogan “Não vai ter Copa”! Boicote e sabotagem na veia para prejudicar o Brasil que, a duras penas, ano após ano, luta para se desenvolver e se inserir no contexto mundial como um País que quer ser civilizado.

Os inquilinos da Casa Grande e seus porta-vozes, as mídias privadas, torcem contra o Brasil e são os responsáveis, sem sombra de dúvida, pelo alarmismo e terrorismo psicológico para que as realizações e projetos para o País não se realizem e fracassem. Mas não vai dar certo. A Copa do Mundo de 2014 vai ser um sucesso, apesar da má vontade daqueles que não apenas torcem contra o Brasil, mas, sobretudo, o estigmatizam internacionalmente para prejudicá-lo.

Eventos como a Copa do Mundo geram estímulos para os negócios domésticos (restaurantes, hotéis e outros setores da economia), e, portanto, benefícios econômicos. Tais benefícios proporcionados pelos eventos reiteram o argumento de que os recursos investidos para a Copa do Mundo se justificam. Sem sombra de dúvida, o esforço do Governo trabalhista e dos brasileiros para que a Copa a ser realizada em 2014 seja um sucesso não vai ser em vão. A Copa vai cooperar para alavancar o nosso desenvolvimento, apesar da postura derrotista e oposicionista da imprensa brasileira e de setores conservadores da nossa sociedade.

O objetivo da direita é fazer a Copa fracassar, ao tempo que, concomitantemente, aproveitar para adquirir lucros e dividendos, no que concerne aos seus negócios, privilégios e, evidentemente, à política, afinal este é um ano também de eleições presidenciais. Derrotar Dilma Rousseff e o PT são os itens mais importantes da pauta da direita e dos coxinhas que reproduzem seus valores e princípios. O Governo trabalhista tem de ficar muito atento às movimentações golpistas e que rasgam a Constituição e desrespeitam o estado democrático de direito. 

O Brasil está a investir R$ 28,1 bilhões para ter a Copa do Mundo em suas terras e vai ter um retorno previsto de R$ 142 bilhões, ou seja, valores quase cinco vezes maiores do que o dinheiro investido. Assim mesmo os derrotistas, os que convocam manifestações de preferência seletivas, os negativistas e os portadores de complexos de vira-latas continuam a apostar no fracasso. As Organizações(?) Globo, por exemplo, vão ganhar muito dinheiro com a Copa, afinal ela é um monopólio e a presença de anunciantes vai ser farta. 

A Globo e seus congêneres vão atuar de forma dúbia: ganhar muito dinheiro com o evento internacional de futebol e, concomitantemente, sabotá-lo para desqualificar o Governo trabalhista e desconstruir as imagens de Dilma Rousseff, afinal quem trouxe a Copa para o Brasil foi o ex-presidente Lula, e este fato é imperdoável para a Casa Grande e seus capitães do mato.  Contudo e apesar de tudo, a Copa é nossa! É isso aí.